caro desconhecido (ou cara desconhecida),
hoje, e a dor é intensa, quase desesperada, como se não pudesse existir um dia mais.
uma parte de um poema de uma poetisa alemã chamada Eva Christina Zeller:
nem os meus gritos,
nem a minha surdez,
te comovem a ponto de eu ver.
pergunto: e nesta cidade de ruídos, de ruídos fortes porque não posso eu gritar? porque não pode meu grito percorrer o ruído?
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